Um Mar de Rosas – Opinião

Nora Roberts - Um Mar de RosasTítulo: Um Mar de Rosas (Bride Quartet #2)

Título Original: Bed of Roses

Autor: Nora Roberts

Editora: Saída de Emergência

Páginas: 288

Género: Adult; Romance

Sinopse: Desde criança que Emma é uma jovem sensível e romântica e não é surpresa para ninguém que tenha encontrado a sua vocação como florista de casamentos. Assim está sempre rodeada de flores e trabalha com as suas três melhores amigas – Mackensie, Parker e Laurel. Emma não podia estar melhor, certo? Errado. É que Emma, apesar de bela e encher de vida todas as salas onde entra (aliás, tal como acontece com os arranjos florais que cria), apenas se cruza com os homens errados. E o último lugar onde alguma vez se lembrou de procurar é…bem debaixo do seu nariz. Jack Cooke é um arquiteto e amigo de longa data que praticamente faz parte da família. Um dia ele apercebe-se que sente por Emma algo mais do que apenas amizade. Mas quando a sua paixão é correspondida, as coisas começam a complicar-se. É que nem ele gosta de compromissos, nem ela é dada a casos passageiros. Conseguirão confiar nos seus corações — para se entregarem a uma vida em comum?

Opinião

Gostei bastante de ler mais um livro sobre estas 4 amigas, Mac, Emma, Laurel e Parker. Comecei a ler esta série por acaso mas ainda bem que peguei nela, tem tantos detalhes sobre casamentos, ideias e a forma como tudo se processa, que foi uma mais-valia para mim que vou já casar em Outubro 🙂

Neste livro temos a história da Emma, como ela é encarregada das flores fiquei com umas ideias bem giras sobre arranjos e bouquets. A Emma é uma rapariga linda, muito meiga, extremamente romântica e só pensa no bem dos outros, adorei ler sobre uma personagem tão fofinha, não dá para não gostarmos dela.

O par romântico dela é o Jack, amigo de longa data deste grupo de amigas. Ele é muito reservado em relação aos sentimentos e tem um medo terrível de se prender a alguém, por isso nem quer ouvir falar na palavra “casamento”. Teve algumas atitudes um bocado estúpidas, talvez inconscientes, mas as coisas boas conseguiram suplantar isso tudo. Ele consegue ser bastante romântico com a Emma e deixou-me derretida.

Desde o início dá para perceber que ele e a Emma gostam muito um do outro e também já sabíamos como é que isto ia acabar. O que eu gostei foi de ler como é que dois amigos, que se conhecem há tantos anos, evoluem para uma coisa mais séria e romântica, porque desde o inicio eles têm aquele medo de que se algo correr mal a amizade deles, e a das amigas, pode ir por água abaixo.

O que mais gostei neste livro foi sem dúvida a relação que estas quatro amigas têm umas com as outras. Mulheres tão diferentes mas que um sonho as juntou quando eram pequenas e as mantém unidas até agora. Uma amizade realmente fantástica e que eu não me vou cansar de ler.

O que menos gostei foram as partes em que a Emma descrevia ao pormenor o que fazia com as flores, eram interessantes mas começou a ser muito repetitivo e cansativo. Acho que é o maior senão neste livro, de resto é um romance muito bom.

Para quem é romântico e gosta de ler sobre uma amizade forte e sobre casamentos (principalmente quem se vai casar) estes livros são ideais. Eu já encomendei os restantes dois para ler 🙂

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The Assassin’s Blade – Opinião

Sarah J. Maas - The Assassin's BladeTítulo: The Assassin’s Blade (Throne of Glass #0,1 – 0,5)

Autor: Sarah J. Maas

Editora: Bloomsbury

Páginas: 430

Género: Young Adult; Fantasy; Romance

Sinopse: Celaena Sardothien owes her reputation to Arobynn Hamel. He gave her a home at the Assassins’ Guild and taught her the skills she needed to survive.
Arobynn’s enemies stretch far and wide – from Adarlan’s rooftops and its filthy dens, to remote islands and hostile deserts. Celaena is duty-bound to hunt them down. But behind her assignments lies a dark truth that will seal her fate – and cut her heart in two forever…

Opinião

Mais um livro de uma das minhas autoras preferidas e também de uma série que eu simplesmente amo de tão boa 🙂

Este livro é uma junção de 5 short stories sobre a Celaena antes dos acontecimentos do primeiro livro da série, Throne of Glass. Sendo assim temos aqui uma oportunidade de conhecer melhor a personagem principal e tantas outras que são faladas nos livros mas que não tiveram oportunidade de aparecer.

Nestes anos prévios ao Throne of Glass temos uma Celaena mais nova, mimada e arrogante. Pensa que sabe tudo sobre tudo e que é melhor do que toda a gente, ou não seria ela a grande Assassina de Adarlan. O problema é que quando somos os melhores e estamos no topo, não há mais caminho nenhum a não ser para baixo e foi precisamente isso que aconteceu a Celaena.

Ao longo das histórias vemos a relação entre ela e o famoso Sam (para quem já começou a ler os outros livros) a desenvolver-se e tinha de dar lugar ao romance. Gostei muito de ver estes dois a evoluir como evoluíram e da forma como gostavam um do outro, cedendo algum terreno e dando o braço a torcer, tornando a relação deles mais bonita e mais profunda.

Gostei de ler sobre todas as pessoas que a Celaena foi encontrando ao longo da sua jornada e das aventuras que ela passou. Foram descritas de uma forma tão real, eu embrenhava-me na leitura e nem dava pelo que estava à minha volta, estava mesmo “dentro” do livro e de toda aquela ação.

Ação foi também uma coisa que não faltou neste livro. Ao contrário do que se tem passado nos primeiros livros da série, em que a Celaena tem andado bastante pacífica, neste livro ela lutava, ela matava, ela fez de tudo para proteger aqueles de quem ela gostava e para salvar a própria vida. Mais uma vez a parte das lutas estavam bastante detalhadas e muito fáceis de perceber, com um pouco de imaginação parecia que estava a ver um filme com tudo a acontecer.

O final partiu-me o coração e chorei, chorei muito. Nem o Sam nem a Celaena mereciam o que lhes foi feito, foi mesquinho e foi cruel. No final a Celaena foi traída, foi enganada e caiu em armadilhas preparadas por pessoas que supostamente preocupavam-se com ela. Caro Sr. Arobynn espero sinceramente que venha a ter aquilo que merece, espero mesmo que a Celaena lhe faça tanto como aquilo que lhe fez a ela.

Para finalizar posso dizer com todas as certezas que amei este livro, gostei de ler mais sobre a Celaena e adorei conhecer o Sam, embora o que lhe aconteceu deixou-me muito triste. No fim de ler o livro fiquei com uma vontade enorme de pegar na série e voltar a rele-la, talvez o faça porque o 4º livro da série sai já no inicio de Setembro 😀

Para quem já começou a ler a série, este conjunto de short stories é uma maravilha de ler e um complemento para se perceber melhor a história. Para quem ainda não leu nada sobre a Celaena, de que estão à espera? Esta série vale a pena, aconselho mesmo a toda a gente a ler.

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Mudanças e Remodelações

Isto de andar a preparar tudo para o casamento (é já em outubro 🙂 !!!) é uma trabalheira. Ainda por cima andamos em obras cá em casa… dobro do trabalho.

Como andamos a mudar tudo de sítio para pintar as divisões os meus livrinhos tiveram de sofrer um bocado. Deu-me cabo do coração (e das costas) ter de po-los todos no chão.

Estantes (1)Depois foi só ter de carregar tudo de volta para as estantes no escritório novo 🙂

Estantes (3)

Ficaram tão lindas, nas das pontas ainda tenho de fazer mais 2 prateleiras mas já tenho mais espaço para os livrinhos. O mais importante é que já tenho espaço para comprar mais alguns 🙂

 

Emerald Green – Opinião

Kerstin Gier - Emerald Green blogTítulo: Emerald Green (The Rubi Red Trilogy #3)

Autor: Kerstin Gier

Editora: Henry Holt and Company

Páginas: 451

Género: Young Adult; Fantasy; Time travel

Sinopse: Gwen has a destiny to fulfill, but no one will tell her what it is. She’s only recently learned that she is the Ruby, the final member of the time-traveling Circle of Twelve, and since then nothing has been going right. She suspects the founder of the Circle, Count Saint-German, is up to something nefarious, but nobody will believe her. And she’s just learned that her charming time-traveling partner, Gideon, has probably been using her all along. Emerald Green is the stunning conclusion to Kerstin Gier’s Ruby Red Trilogy, picking up where Sapphire Blue left off, reaching new heights of intrigue and romance as Gwen finally uncovers the secrets of the time-traveling society and learns her fate.

Opinião

Último livro de uma trilogia fantástica, já andava em pulgas para o começar a ler. Posso dizer que, na minha opinião, não foi tão bom como os outros dois mas mesmo assim foi muito bom de ler e de poder chegar ao fim de uma série com um sorriso na cara e satisfeita por ter deitado as mãos a estes livrinhos 🙂

Gosto muito da Gwen, uma miúda simples, não é estúpida mas também não nenhuma super heroína. Ela mantém-se igual ao que tem sido nos outros livros e é com muita pena minha que eu continuo a não gostar da forma como ela se comporta em relação ao Gideon, acho que ela não pensa em mais nada além de ele ser lindo, ter uns olhos fantásticos e ser muito jeitoso.

Neste último livro da série também continuo a não gostar do Gideon, temos pena. O rapaz trata mal a Gwen, não fisicamente, mas parece que anda a brincar com os sentimentos dela. Não a deixa fugir um milímetro às regras quando viajam no tempo, mas ele pode dançar e perder o tempo que quer com outra que já não há mal nenhum nisso. Assim, o romance entre eles não me despertou nenhum sentimento, dei por mim muitas vezes a revirar os olhos perante as atitudes da Gwen, haja paciência. Mais para o fim quando ele explica à Gwen porque é que a tratou como tratou não me convenceu muito, podia ter sido honesto com ela desde o princípio.

A melhor amiga, Lesley é 5 estrelas, sempre pronta para ajudar a Gwen contra a família e nos esquemas relacionados com os viajantes no tempo. Adoro a amizade entre elas, fazem tudo uma pela outra e compreendem-se bem. A Lesley foi das personagens que mais gostei e também do romance dela com o irmão do Gideon, Raphael.

O Xemerius, o demónio fantasma que a Gwen vê é um máximo, língua afiada e diz o que quer. De qualquer maneira ele pode dizer o que quer porque ninguém o consegue ver além da Gwen. Acho que o livro ganhou bastante com ele, não que contribua muito para a história em si, mas é muito engraçado e dá uma certa leveza ao livro.

A Charlotte é a típica cabra, tão mesquinha e chata. Acho que as atitudes dela são exageradas e a inveja que sente de Gwen é muita mesmo. Sempre foi o centro de todas as atenções na família e teve o protagonismo todo e de um momento para o outro passa para segundo plano e “perde” o rapaz de quem gosta. Se podia ser mais má para a Gwen? Talvez, mas seria difícil.

O mordomo, Sr. Bernard apareceu mais nesta história e gostei muito dele, muito simpático e sempre presente (vindo sabe-se lá de onde) para ajudar a Gwen.

O Conde é o malvado da história toda e não estava nada à espera do final e de ele ser quem era. Acho que ele podia ter sido mais bem desenvolvido. A autora deu muito enfase às viagens e ao romance entre a Gwen e o Gideon e, neste caso, o Conde ficou com muita coisa para dizer sobre ele.

As variáveis sobre o que se pode e não se pode fazer, quando se viaja para o passado, e o que acontece quando se altera esse passado deixou-me um bocado confusa. Isto porque todas as viagens estão documentadas e umas vezes não se sabia o que ia acontecer quando iam ao passado e outras vezes já se sabia porque já tinha sido tudo escrito antes (porque já lá tinham ido)… muito confuso de vez em quando. De outras vezes o que eles faziam no passado alterava por completo o presente mas quando a Gewn salvou o James já não houve nenhum problema. Estas histórias sobre viagens no tempo têm sempre muitas variáveis e dependem da interpretação de cada um, neste caso do autor do livro.

Houve muitas cenas que foram apressadas ou então não apareceram de todo no livro e só foram resumidas no capítulo seguinte. Isso não é bom para quem está a ler a história e quer saber mais sobre estes pontos-chave da narrativa. Uma dessas situações é quando a Gwen fala com os pais verdadeiros, a autora não escreveu nada sobre esse diálogo, só mais à frente é que aparece uma referência a isso. Essa cena não seria uma das mais importantes nos 3 livros? Não deveria ter tido mais protagonismo? Na minha opinião sim, na da autora não.

Outra das coisas que não gostei foi do facto da Lucy, Paul, Gwen e Gideon encontrarem-se para formar um plano para derrotar o Conde e não fazermos ideia sobre o que o plano é, à medida que ia lendo o que se passava com a Gwen ela dizia que estava tudo a correr como planeado e depois já não estava e eu fiquei perdida. Parecia que estava a ler um policial e só no fim é descobrimos tudo, porque é só quando faz sentido sabermos tudo. Neste tipo de livros eu acho que isso não faz sentido.

No fim tudo acabou bem, o mau foi vencido e o amor de dois jovens conseguiu triunfar. Apesar de pelo meio do livro haver umas falhas, gostei muito do final. Um livro deste género, tendo em conta o rumo que levava, não podia ter acabado de forma mais perfeita.

No geral esta trilogia é muito boa, gostei mesmo muito de a ler. Não é perfeita, mas o que é que consegue ser? Adorei a Gwen e a forma simples e real como ela é e também adorei as outras personagens. É sem dúvida uma série que eu recomendo a toda a gente ler, muito engraçada e dá para passarmos bons momentos. Leiam, leiam, leiam porque vale a pena.

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Rowan – Opinião

Josephine angelini - RowanTítulo: Rowan (The Worldwalker Trilogy #1.5)

Autor: Josephine Angelini

Editora: Kindle

Páginas: 141

Género: Young Adult; Fantasy; Magic

Sinopse: What game is she playing?
Rowan hadn’t seen Lillian in over a year-not since she broke his heart and killed his father in one fell swoop-so why would she pick today to just show up outside his favorite coffee shop, dressed in outlandish clothes and pretending she doesn’t recognize him. Is she turning to Tristan now in some pathetic effort to drive them apart? Why insist her name is Lily? And where is her Willstone? Her wild claims of being from a parallel world are just crazy and pathetic…right?
Get a glimpse of Rowan’s side of the story in this thrilling e-short edition to The Worldwalker Trilogy by internationally bestselling author Josephine Angelini.

Opinião

Que desilusão, estava à espera de muito mais. Quando no goodreads dizia 140 páginas eu pensei, “que bom, vou ter bastante para ler e vai dar para ver as coisas da perspetiva do Rowan”. Nunca me enganei tanto.

O livro acaba aos 20%, sim 20%, o que deve dar à volta de 28 páginas, o resto são os primeiros capítulos de Trial by Fire. Eu acho inadmissível enganar assim as pessoas. Muitos autores disponibilizam estes capítulos nos sites e blogs deles de forma gratuita, uma espécie de miminho aos leitores.

Em relação à história em si é uma repetição do Trial by Fire, já se sabia isso desde o início, mas desta vez é-nos contada do ponto de vista do Rowan. Gostei de ler mais sobre ele e sobre a forma como ele vê as coisas. Foram disponibilizados mais pormenores e achei isso muito interessante.

Agora como devem imaginar 28 páginas equivale a 1 ou 2 capítulos. Gostei de ler mas não chegou para termos uma vista mais aprofundada dos sentimentos do Rowan ou de como ele pensa. Acho que serviu mais para reavivar a memória para podermos comprar o segundo livro da série, Firewalker, e continuarmos com tudo fresco na mente.

Não vou dizer que foi um desperdício de tempo, porque eu gosto muito desta autora e destas personagens, mas foi uma grande desilusão, porque eu estava à espera das 140 páginas, não 28.

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The Beast – Opinião

Lindsay Mead - The BeastTítulo: The Beast (The Hunter Legends #1)

Autor: Lindsay Mead

Editora: Kindle

Páginas: 282

Género: Young Adult; Fairy-tale Retelling; Steampunk

Sinopse: Demon possession has swept through Glace’s neighboring kingdom, turning humans into hellhounds. These great, fanged wolves are wild, desperate, and hungry. Only the sworn Hunters have kept them back for five long, bloody years.
A
t the young age of fifteen, Belle LeClair became a Hunter. She no longer remembers how many hounds she’s killed, or how many friends she’s buried. Still, Belle leads the hunt till a tragedy forces her deep into the dark kingdom. Her heart will be turned, her loyalty tested— and fate will intervene.
Amid a backdrop of Steampunk inventions and a harsh winter landscape, The Beast is a re-imagining of the infamous love between a beauty and a beast.

Opinião

Como o nome indica este é um retelling sobre a história da Bela e do Monstro e eu amei ler este livro. Foram tantos os pormenores que foram retirados do filme da Disney e depois ligeiramente alterados para se enquadrar melhor nesta história. O melhor foi que encaixaram bem na narrativa e acho que foi um trabalho muito bem feito pela parte da autora.

Neste retelling temos na mesma um príncipe amaldiçoado, temos a Belle que gosta de ler e vai acabar por ter ao castelo do príncipe, temos o Gastone que é muito jeitoso e temos o pai da Belle que também é um inventor. Mas as coisas não se ficam por aqui, porque este príncipe não é tão mal disposto como no filme e aqui ele trata muito bem a Belle, embora lhe omita muita informação. A Belle não é nenhuma donzela em apuros mas faz parte de um grupo de caçadores que estão incumbidos da tarefa de matar uma espécie de lobos que quando mortos se transformam em humanos, são chamados de hellhounds. Estas criaturas são responsáveis pela morte da população da cidade onde a Belle vive.

O mundo alternativo que a autora criou está fantástico, temos uma espécie de França, Inglaterra e países Nórdicos à mistura no mapa. Os detalhes que a autora juntou à história só a tornaram mais real e as personagens neste livro não são ocas, o que tornou mais fácil para mim, como leitora, de me identificar com elas e de as perceber.

Adorei a Belle, ela é uma rapariga badass, tal como eu gosto nas minhas heroínas favoritas, mas ao mesmo tempo tem noção que tem de se comportar como uma lady. Por isso temos momentos em que ela está a dar cabo dos hellhounds e depois fala de uma forma muito formal, adorei essas cenas. Ela é corajosa e não tem medo de arriscar a vida dela para ajudar o pai e o Aleksander, por mais do que uma vez. Acho-a extremamente leal para com as pessoas de quem ela gosta e também pelas crenças dela, sem nunca se tornar num género de cabeça dura que não aceita mudanças ao que ela pensava inicialmente.

O Gastone nesta história não é tão mau como no filme J. Ele gosta da Belle e é amigo dela, embora seja um bocado arrogante. Sinceramente houve mais do que um momento em que pensei que ele fosse trair a Belle. Ainda não me consegui decidir se ele é daquelas personagens que nos dão sempre dúvidas até ao fim mas que estão sempre lá para ajudar, ou se ele vai virar para o outro lado e acabar por trair os amigos.

O principe Aleksander é um amor, trata tão bem a Belle. Ele sofreu a maldição não só sobre ele mas também sobre o povo todo. Quem sair do perímetro das muralhas fica afetado e transforma-se num hellhound, embora ele os chame de amaldiçoados. Quando ele conhece a Belle ele só interage com ela através dos sonhos, para ela não ver a verdadeira forma dele e ficar com medo. Não gostei nada do facto dele não lhe contar a verdade sobre a maldição, podia tê-los poupado a muitas confusões e teria sido tudo mais fácil. Acho que, tal como a Belle, ele é leal aos amigos e ao povo dele e tenta fazer de tudo para os salvar.

O pai da Belle é muito parecido à personagem do filme da Disney. É um inventor, mas não tão maluco como o do filme, e é bastante preocupado com a Belle. Também gostei muito dele, acho que no meio de tantos caçadores, uma personagem mais calma cai sempre bem. Embora tenha sido ele um dos fundadores do grupo de caçadores ele não me parece muito virado para a matança.

A parte da mitologia Nórdica foi muito bem aplicada. Eu adoro ler sobre mitologia e quando entraram algumas divindades eu fiquei ávida para saber mais. Acho que a parte da maldição foi bem explicada e o enredo à volta dela também. Talvez no próximo livro fiquemos a saber porque é que o Fenrir quer tanto o Aleksander.

Este livro foi muito bom de ler, uma leitura bem rápida e nem dei pelo tento passar. Só posso dizer que mal posso esperar pelo próximo livro, que terá o nome The Beauty. Quero mesmo saber como se vai desenrolar todas as questões que ficaram por explicar.

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Pelo Correio #19

Já tenho o último volume da série Ruby Red Trilogy. Gostei muito dos primeiros livros e estou com grandes expectativas para este.

Kerstin Gier - Emerald GreenTítulo: Emerald Green (Ruby Red Trilogy #3)

Autor: Kerstin Gier

Editora: Henry Holt and Co.

Páginas: 451

Género: Young Adult; Fantasy; Time travel

Sinopse: Gwen has a destiny to fulfill, but no one will tell her what it is. She’s only recently learned that she is the Ruby, the final member of the time-traveling Circle of Twelve, and since then nothing has been going right. She suspects the founder of the Circle, Count Saint-German, is up to something nefarious, but nobody will believe her. And she’s just learned that her charming time-traveling partner, Gideon, has probably been using her all along. Emerald Green is the stunning conclusion to Kerstin Gier’s Ruby Red Trilogy, picking up where Sapphire Blue left off, reaching new heights of intrigue and romance as Gwen finally uncovers the secrets of the time-traveling society and learns her fate.

Este livro vai já para a mesa de cabeceira para ser o próximo a ler 🙂 Os outros livros da série são os seguintes:

Rubi #1 – Opiniao

Safira #2 – Opinião